
“Um passo, às vezes um único passo, pode demorar um mundaréu de quilômetros.
Tudo bem. O que importa é que quando aconteça seja capaz, primeiro, de nos aproximar de nós mesmos”.
(Ana Jácomo)
E essa moça que se deixa levar pelo balanço do vento, hoje se vê semente. Pronta para deixar-se plantar e ver-se germinar. Olha com candura para tudo o que viveu e em sua alma, deixa nascer a certeza de que o que ainda não viu, não sentiu e nem provou é o que a definirá para sempre. E na leveza das horas, deixa-se flutuar. Livre e leve. Porque é assim, como passarinho que canta só sobre as alegrias e vitórias, que ela se sente.
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